Estudos observacionais
- Ecológicos
- Relato de casos /Série de casos
- Estudo Transversal / Inquérito de saúde
- Estudo de Caso-controle
- Estudo de Coorte ou longitudinal
Estudos experimentais
- Ensaios clínicos
- Ensaios de comunidade
A pesquisa clínica se enquadra em duas categorias gerais, sendo, experimental e observacional, com base se o investigador atribui as exposições ou não. Ensaios experimentais também podem ser subdivididos em dois (randomizados e não-randomizados) e se a alocação dos participantes ocorre ao acaso, ou seja, todos os participantes possuem a mesma chance de pertencerem ao grupo de tratamento ou controle, são considerados randomizados.
Os estudos observacionais podem ser analíticos ou descritivo. Os estudos analíticos apresentam um grupo de comparação (controle), enquanto os estudos descritivos não apresentam.
Dentro de estudos analíticos, os estudos de coorte rastreiam as pessoas no tempo desde a exposição até a ocorrência do desfecho. Em contraste, os estudos de caso-controle funcionam ao contrário, partindo do desfecho e buscando a chance de ter sido exposto no passado. Os estudos transversais são como um instantâneo, que medem a exposição e o desfecho no mesmo momento do tempo. E estudos descritivos, como relato e séries de casos, não têm um grupo de comparação não sendo permitido examinar associações.
Classificação dos estudos epidemiológicos

Medidas de associação, como risco relativo, razão de prevalências ou razão de chances (odds ratio), são a forma preferida de expressar resultados dicotômicos – por exemplo, doente versus saudável. Os intervalos de confiança em torno dessas medidas indicam a precisão destes resultados. Medidas de associação com intervalos de confiança revelam a força, a direção e um intervalo plausível de um efeito, bem como a probabilidade de ocorrência casual.
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